Economia da Argentina recua 0,6% no 2º trimestre, e analistas veem risco de recessão técnica
Governo de Milei diz que o crescimento é desigual entre setores e que o programa econômico não será alterado
Outros números citados: em agosto, a produção industrial caiu 3,2%, o comércio 3,5% e a construção 2,5%, na comparação anual (Indec); o consumo recuou 2,7% nos nove primeiros meses do ano (Scentia); cerca de 32,3 mil empresas fecharam entre dezembro de 2023 e julho de 2026, 6% do total (Fundar). A aprovação do presidente Javier Milei foi de 36% em outubro, com 56% de desaprovação, segundo a consultoria Giacobbe y Asociados. O texto também afirma que a inflação caiu de perto de 200% para cerca de 30%, sem citar a fonte, e que a pobreza voltou a quase um terço da população.
Vozes. O empresário Ricardo Kuchikian disse que "a situação é crítica", e o analista Ricardo Delgado (Analytica) afirma que a economia está em recessão moderada. Um porta-voz do governo, não identificado, defende que o crescimento é desigual entre os setores e que o programa econômico não será alterado. Milei chamou de "estupidez colossal" as afirmações de que os argentinos têm dificuldade para chegar ao fim do mês.
Com informações do Brasil 247, com base no Valor Econômico.



