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quarta-feira Vitória, 4 de novembro de 2026

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Economia · Argentina

Economia da Argentina recua 0,6% no 2º trimestre, e analistas veem risco de recessão técnica

Governo de Milei diz que o crescimento é desigual entre setores e que o programa econômico não será alterado

Casa Rosada, sede do governo argentino, em Buenos Aires.
Foto: Diego Delso/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina caiu 0,6% no segundo trimestre de 2026 em relação ao primeiro, segundo reportagem do Valor Econômico reproduzida pelo Brasil 247. A consultoria Analytica estima nova queda, de cerca de 1,5%, no terceiro trimestre, o que configuraria recessão técnica. A confirmação depende de dados oficiais previstos para novembro.


Outros números citados: em agosto, a produção industrial caiu 3,2%, o comércio 3,5% e a construção 2,5%, na comparação anual (Indec); o consumo recuou 2,7% nos nove primeiros meses do ano (Scentia); cerca de 32,3 mil empresas fecharam entre dezembro de 2023 e julho de 2026, 6% do total (Fundar). A aprovação do presidente Javier Milei foi de 36% em outubro, com 56% de desaprovação, segundo a consultoria Giacobbe y Asociados. O texto também afirma que a inflação caiu de perto de 200% para cerca de 30%, sem citar a fonte, e que a pobreza voltou a quase um terço da população.


Vozes. O empresário Ricardo Kuchikian disse que "a situação é crítica", e o analista Ricardo Delgado (Analytica) afirma que a economia está em recessão moderada. Um porta-voz do governo, não identificado, defende que o crescimento é desigual entre os setores e que o programa econômico não será alterado. Milei chamou de "estupidez colossal" as afirmações de que os argentinos têm dificuldade para chegar ao fim do mês.


Com informações do Brasil 247, com base no Valor Econômico.

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