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sábado Vitória, 26 de setembro de 2026

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Lula rejeita classificação de facções brasileiras como terroristas e cita 8 de Janeiro

Presidente afirmou que PCC e Comando Vermelho não devem ser classificados como organizações terroristas pelos Estados Unidos e relacionou o termo aos atos de 8 de janeiro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento no Rio de Janeiro.
G1/CRÉDITO DA IMAGEM: Carta Capital
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (18) que não aceita a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos.


A declaração foi feita durante um evento no Rio de Janeiro, onde Lula apresentou ações integradas de segurança pública. Segundo o presidente, o governo precisa combater o crime organizado, mas a classificação das facções como terroristas não deve ser adotada.


Lula também relacionou o conceito de terrorismo aos atos de 8 de janeiro e às investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. Em sua fala, mencionou o planejamento de ataques contra autoridades, incluindo ele próprio, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.


Durante o evento, o presidente também afirmou que o Brasil precisa ampliar os investimentos em segurança nacional, especialmente para o controle das fronteiras.


Na área de segurança pública, Lula declarou que, caso seja reeleito, pretende retomar territórios ocupados por organizações criminosas e criar um Ministério da Segurança Pública.


As declarações ocorrem em meio à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, medida que gerou reação do governo brasileiro.

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